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Como fica a sua vida digital depois da morte?

Embora não pensamos muito neste assunto, mas a verdade é que um dia vamos morrer! É mesmo garantido. Mas, como vão ficar os nossos conteúdos gerados na web e as nossas contas por vários sites, blogs, redes sociais, etc? Já foi tempo em que se escrevia um testamento e ficava resolvida a questão, mas agora as coisas estão a mudar. Mesmo que não tenha bens para deixar num testamento poderá deixar um testamento com dados de acesso a contas próprias que criou na web.

Parece um pouco estranho mas temos mesmo de pensar nisso, temos de escolher qual o destino que se dá à vida digital depois do nosso falecimento. Algumas redes sociais já pensaram nisso e já avançaram com páginas especificas para este tipo de assuntos como é o caso do Google e do Facebook.

O Google já se antecipou neste campo. A empresa lançou uma funcionalidade chamada “Administrador de Contas Inativas” que permite aos utilizadores predeterminarem como gostariam que ficasse a sua conta em caso de morte.

Podem decidir que a sua informação seja totalmente apagada após três, seis ou doze meses de inatividade ou conceder a outras pessoas concretas o acesso aos seus dados. Mas se um utilizador sair da rede digital durante um tempo e não desejar que a sua informação seja apagada, não tem que se preocupar – receberá um email e uma mensagem de texto do Google antes de qualquer mudança permanente ser feita.

Esta funcionalidade pode parecer um pouco sinistra, mas é muito importante para proteger a informação dos utilizadores. Se hoje se faz, porque não continuar a fazê-lo quando já não se tiver o controlo físico sobre a mesma?

Devemos tomar as medidas necessárias para salvaguardar a nossa informação quando já não tivermos controlo físico sobre ela.



Tal como o Google, algumas redes sociais também oferecem funções similares. O Facebook disponibiliza também um formulário através do qual os nossos amigos ou familiares podem pedir à empresa que encerre o nosso perfil. Depois de receber o formulário, há duas opções:

1 – Ou a nossa página é mantida aberta para que só o nosso círculo mais próximo possa vê-la.
2 – Ou é definitivamente encerrada.

Além disso, os nossos familiares mais próximos podem apresentar solicitações similares noutras páginas como o Linkedin ou o Twitter, de modo que é recomendável falar com a família sobre como queremos que os nossos perfis sociais sejam geridos em caso de morte.

Organizar a informação e deixar instruções aos nossos entes queridos são algumas das medidas que podemos tomar em vida para proteger a nossa informação.

Fonte: Kaspersky Lab

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Miguel Brandão
Miguel Brandão
Sou Miguel Brandão tenho formação académica em Marketing, Publicidade e R.P. frequentei durante 2 anos a licenciatura em Sistemas de Informação e Multimédia. Fui também estudante durante 1 semestre lectivo na Universidade de Salamanca (Espanha). Desde 2004 que trabalho Online para clientes e projetos próprios. Atualmente sou CEO da SEOlabs.pt com serviços de SEO. Sou responsável de diversos sites e blogs de diversos nichos em Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia e Peru.