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Apple card: como um cartão de crédito será rentável para a Apple?

Apple é uma empresa multinacional de muito renome e, até mesmo os que não entendem nada de tecnologia a conhecem ou já ouviram falar algo sobre. A empresa com valor de mercado estimado em 1 trilhão em 2018 é responsável pelos Macintosh, iPhone, iPad, iPod, Apple Watch, Apple TV, entre outros produtos de hardware e seus softwares tão famosos como por exemplo iOS e MacOS.

E, agora, a empresa dona do slogan “Pense diferente” lançou sua proposta Apple Card. Sabemos que cada vez mais as pessoas buscam por facilidade, rapidez e com isso preferem cada vez menos andar com tantas coisas na carteira .

Imaginem um dia em que só com o celular teremos identidade, cartões, cartões fidelidades, entre outros.

E este foi mais um passo para atingir essa tecnologia.
A proposta é bem simples. Basicamente o cartão será sem taxas e terá um programa de recompensas no qual o usuário poderá receber de volta de 1 a 3% do valor gasto nas suas compras. 3% para compras diretamente da Apple incluindo App store e iTunes, 2% para compras usando Apple pay e 1% para compras em estabelecimentos que ainda não aceitam Apple pay.

Outras vantagens estão associadas diretamente porque você usa este serviço com aparelhos da Apple.

A mesma é conhecida por levar muito a sério a segurança e privacidade de seus usuários, sem que nunca comprometa os dados confidenciais das contas. Nem mesmo para ajudar o governo.

Com isso, poderão ter a certeza de que seu cartão não vazará e poderão confiar totalmente neste serviço.
E também sabemos que é um sistema construído pelos mesmos que construíram e continuam desenvolvendo todos os softwares da Apple. Dessa forma, tudo se encaixa melhor, mais rápido, melhor performance e visual.

O usuário poderá verificar todos os gatos por semana e até por mês e poderá dividir por categorias que criarão gráficos coloridos, constando por exemplo: gasto com comidas e bebidas; mercado; shopping; entre outros. Sem precisar entrar em outro aplicativo ou site, basta apenas abrir o aplicativo Wallet.

Também há a possibilidade de verificar no mapa onde a compra foi feita. Terá o nome da loja com a exata localização e um pin no mapa indicando a compra.
E se o estabelecimento ainda não suportar terminais de pagamento compatíveis com a carteira digital? Simples, também irá disponibilizar um cartão físico que não contém informações confidenciais como número de cartão, data de validade, código de segurança ou a sua assinatura.

E agora o que a Apple ganha com tudo isso?

Basicamente a Apple vai cobrar juros sobre o saldo que não for pago integralmente em cada mês, assim como qualquer outro cartão. A diferença é que a gigante da maçã irá cobrar juros menores, pois conta com a vantagem que não precisa investir em marketing, já que seus fiéis usuários irão adquirir e fazer os marketing para amigos e familiares.

Também, como já foi mencionado acima, contam com a extrema proteção dos dados, algo que a empresa já é mundialmente conhecida e prestigiada, assim diminuindo drasticamente o risco de fraudes. Além de economizar com a taxa de intercâmbio cada vez que o pagamento for feito com outros cartões.

E, assim como foi explicado anteriormente, a inovação dos pins no mapa irá ajudar os usuários a descobrirem onde as faturas foram feitas por si próprios e, com isso, há a economia no suporte ao cliente.

Sabemos que nenhuma empresa “dá ponto sem nó” e com isso a Apple possa conseguir se levantar mais uma vez no mercado.

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Miguel Brandão
Miguel Brandão
Sou Miguel Brandão tenho formação académica em Marketing, Publicidade e R.P. frequentei durante 2 anos a licenciatura em Sistemas de Informação e Multimédia. Fui também estudante durante 1 semestre lectivo na Universidade de Salamanca (Espanha). Desde 2004 que trabalho Online para clientes e projetos próprios. Atualmente sou CEO da SEOlabs.pt com serviços de SEO. Sou responsável de diversos sites e blogs de diversos nichos em Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia e Peru.